Mais de 10 milhões de brasileiros podem fazer o saque dos valores esquecidos no PIS/PASEP. Os critérios, calendário de pagamento e documentos necessários acabam de ser divulgados, confira agora, no FDR.

Imagem: Jeane de Oliveira/ FDR
O saque dos valores esquecidos no PIS/PASEP já está gerando muita expectativa entre os brasileiros. Ao todo R$ 26,3 bilhões estão disponíveis para o saque de mais de 10 milhões de pessoas. Cada uma delas tem direito em média a R$ 2,8 mil, mas o valor pode ser bem maior.
Isso porque ele depende do tempo de trabalho e do salário do profissional no momento do encerramento do Fundo, em 2020. O pagamento é destinado às pessoas que trabalharam com careteira assinada ou como servidores públicos entre 1971 e 1988. No caso do falecimento do titular o saque pode ser feito pelos seus herdeiros.
Documentos necessários para o saque do Fundo PIS/PASEP
O próprio titular precisa comparecer em uma agência Caixa e apresentar um documento de identificação com foto. Por outro lado, os herdeiros devem apresentar um dos documentos abaixo, segundo o G1:
- Certidão PIS/PASEP/FGTS emitida pela Previdência Social com a relação de dependentes habilitados à pensão por morte; ou
- Declaração de dependentes habilitados à pensão emitida pelo órgão pagador do benefício; ou
- Autorização judicial ou escritura pública assinada por todos os dependentes e sucessores, se capazes e concordantes, atestando por escrito a autorização do saque e declarando não haver outros dependentes ou sucessores conhecidos.

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Lila Cunha, especialista do FDR, comenta sobre o saque do PIS/PASEP para quem trabalhou como CLT em 2023.
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