RN Avança na Ovinocultura: Caminho para se Tornar Polo Estratégico no Nordeste

Rota da Ovinocultura: Rio Grande do Norte Rumo a um Polo Estratégico
O Rio Grande do Norte está se preparando para se destacar na ovinocultura com a chegada da Rota de Integração Nacional, um projeto que visa integrar e fortalecer a produção de ovinos em várias regiões do Brasil. Lançada em janeiro deste ano no Rio Grande do Sul, a iniciativa já está mobilizando diversas instituições no estado potiguar, cujo potencial no setor agropecuário é amplamente reconhecido.
Entre os dias 10 e 15 de março, uma comitiva formada por representantes do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), universidades e entidades do setor percorreu os municípios de Afonso Bezerra, Lajes, Mossoró, São Pedro, Macaíba e Natal. O encontro teve como objetivo discutir a cadeia produtiva da ovinocultura e as possibilidades para o crescimento desse setor no estado.
Daniel Benítez, consultor do MIDR, destacou a importância da missão e os resultados positivos obtidos: “O Estado do Rio Grande do Norte passará a fazer parte da Rota da Ovinocultura ocupando um espaço muito importante”. O projeto prevê o desenvolvimento de um núcleo dedicado à ovinocultura na região central do estado, que, embora seja menor que os polos existentes em outras partes do Brasil, promete ser um impulsionador significativo para a economia local.
Atualmente, o Brasil conta com 15 polos ativos da Rota de Ovinocultura, sendo 12 deles localizados no Nordeste, um no Sudeste e dois no Rio Grande do Sul. Novas áreas de cultivo estão previstas para serem desenvolvidas em estados como Santa Catarina, Paraná e Piauí. Essa expansão reflete a política nacional em busca de inclusão produtiva e desenvolvimento sustentável, abrangendo 78 polos em todo o país.
Durante a missão, foram debatidas as melhores práticas de produção e o papel das instituições locais, como a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), além de parcerias com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn). O envolvimento do setor privado, incluindo criadores de ovinos e unidades de abate, também é fundamental para o sucesso da iniciativa.
A Rota da Ovinocultura representa uma oportunidade para o fortalecimento não só da cadeia produtiva, mas também da identidade agropecuária do Rio Grande do Norte, posicionando o estado como um polo estratégico no Nordeste e contribuindo para a geração de emprego e renda na região.
Perguntas Frequentes

O que é a Rota da Ovinocultura?

A Rota da Ovinocultura é uma iniciativa que busca integrar e fortalecer a produção de ovinos nas diversas regiões do Brasil, promovendo o desenvolvimento sustentável e a inclusão produtiva através de núcleos especializados.

Quais estados estão envolvidos na Rota da Ovinocultura?

Atualmente, a Rota abrange 15 polos em todo o Brasil, com 12 no Nordeste, 1 no Sudeste e 2 no Sul. Existem também planos para novos núcleos em Santa Catarina, Paraná e Piauí.

Como a Rota da Ovinocultura beneficiará o Rio Grande do Norte?

O projeto facilitará a estruturação de um núcleo potiguar voltado para a ovinocultura, promovendo maior produtividade, geração de empregos e contribuições significativas para a economia local.

Quais instituições estão participando da Rota da Ovinocultura no RN?

Participam do projeto entidades como a UFERSA, UFRN, Emater, Emparn e a Associação Estadual dos Criadores de Ovinos e Caprinos, além de criadores e unidades de abate.

Qual é o impacto esperado da Rota da Ovinocultura no Nordeste?

Espera-se que o fortalecimento da ovinocultura contribua para o desenvolvimento econômico da região, com geração de renda e aumento da competitividade no mercado, colocando o Nordeste como referência na produção de ovinos.

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